Radar de permanência · in-database no Oracle AI Database

Ninguém desiste de repente. A Retena percebe antes.

Radar de permanência que lê os sinais do LMS e entrega, toda segunda, quem está a duas semanas de sumir — por quê e o que fazer. Dentro do Oracle AI Database que sua instituição já conhece.

  • Dados não saem da IES (LGPD)
  • Primeira fila em 30 dias
  • ROI medido em rematrícula

Ilustração do painel. Totais da base anonimizada (IES Demo, corte 23/08/2026); linhas da fila pseudonimizadas e ilustrativas.

41,6%
de desistência anual no EAD em 2024
Semesp, 16º Mapa do Ensino Superior (2026)
50,7%
das matrículas da graduação já são EAD
INEP, Censo da Educação Superior 2024
30%
de uma turma real há mais de 14 dias sem acessar o LMS
Base anonimizada · 203 alunos · 684.723 eventos
O LMS já sabia semanas antes.
Recência, queda de ritmo e capítulo travado aparecem no log muito antes do boleto parar.
Sinais lidos pela Retena
O problema

A instituição descobre a evasão quando a mensalidade para. O LMS sabia antes.

Quatro em cada dez alunos EAD desistem por ano. Não é um evento: é um silêncio que cresce por duas ou três semanas, registrado no log, sem que ninguém tenha um alerta.

  • 61 alunos

    Inatividade silenciosa é massiva. Em 26/08, 61 alunos (30%) estavam há mais de 14 dias sem acesso; 47 há mais de 30; 35 há mais de 60. Um terço da turma sumiu sem alerta.

  • 12% perdidos

    A perda é gradual e mensurável. Dos ativos na Fase 1, 94% chegam à F2, 94% à F3, 92% à F4 e 88% à F5. Doze por cento dos ingressantes perdidos em cerca de sete meses.

  • 25 alunos

    O conteúdo trava em pontos previsíveis. Na F5, 25 alunos estão parados nos capítulos 1–2. Conteúdo quase só em HTML, pico de uso 19h–22h de segunda a quinta: perfil de aluno que trabalha.

BI mostra o passado. CRM age quando a mensalidade já parou. A Retena age no meio: quando ainda dá tempo de chamar de volta.
Aluno estudando à noite em casa, no notebook, sob luz baixa Aluno fechando o notebook, cansado, prestes a desistir
Aluno 0227 · sinal fraco16 dias sem acesso · −72% de eventos · parado no cap 2 da F5
Como funciona

Três respostas que o BI não dá: quem, onde e o que mudou em R$.

A Retena transforma logs brutos do LMS em prioridade operacional para a coordenação, com um motivo em linguagem simples ao lado de cada score.

Score de risco explicável

Probabilidade de o aluno ficar 21 dias sem ação no LMS, recalculada a cada domingo. Faixas Alto, Médio e Baixo e um motivo legível por pessoa, não por técnico.

Motivo: "14 dias sem acesso, queda de 70% em eventos, parado no cap 2 da F5".

Mapa de atrito de conteúdo

Em qual fase e capítulo os alunos travam, com esforço relativo, taxa de queda e mix de formato. Vira recomendação concreta para a coordenação pedagógica.

Exemplo da base: Cap 2 da F4 ("Estudo de Caso") exige 3,4× o esforço médio.

Fila semanal com resultado em R$

Toda segunda: quem contatar, tutor responsável, modelo de mensagem e janela sugerida (19h–22h). O resultado registrado vira receita preservada no relatório mensal.

Ritual, não relatório: reativação marcada automaticamente quando o LMS registra novo acesso em 7 dias.
Em 4 passos

Do primeiro CSV ao resultado em R$, sem projeto de TI

O que a instituição faz, o que a Retena faz e o que volta para a coordenação a cada semana.

  1. Conecte o LMS

    Exportação CSV padrão ou API para o Oracle Autonomous AI Database. Sem projeto de TI: a integração começa com o que o LMS já exporta.

  2. O risco é calculado dentro do banco

    Oracle Machine Learning (DBMS_DATA_MINING) pontua cada aluno toda semana. O dado não sai da instituição.

  3. A fila de segunda chega à coordenação

    Quem contatar, por quê, quando (19h–22h) e o que dizer, em um painel APEX pronto para o tutor.

  4. O resultado volta em R$

    Contato registrado em um clique, receita preservada medida no relatório mensal e modelo retreinado com o que funcionou.

Do log à fila de segunda, sem sair do banco

Os mesmos quatro passos, vistos de dentro do Oracle AI Database. Nenhum dado de aluno em nuvem de terceiros; nenhum servidor de ML para operar.

  1. PASSO 1

    Logs do LMS

    Exportação CSV padrão do Moodle (ou API): hora, aluno, contexto, componente, evento. Carga via DBMS_CLOUD.

  2. PASSO 2

    Features em SQL

    Por aluno e semana: dias ativos, recência, tendência 28d, capítulo alcançado, quizzes, share noturno. Tabelas analíticas no próprio banco.

  3. PASSO 3

    OML in-database

    Treino e scoring com Oracle Machine Learning: PREDICTION_PROBABILITY e PREDICTION_DETAILS geram score e motivo. Retreino mensal agendado.

  4. PASSO 4

    Fila de segunda

    Painel APEX com fila priorizada, tutor, mensagem e janela de contato. Registro do resultado alimenta o ROI e o próximo retreino.

Capa do vídeo pitch da Retena: Ninguém desiste de repente. A Retena percebe antes.
4:48
Vídeo pitch · Banca Final

Quem, qual dor, qual solução e por que agora — em menos de cinco minutos.

  • Público e problema: 41,6% de desistência no EAD e uma base real com 30% da turma em silêncio há mais de 14 dias.
  • Demonstração do dashboard: fila de segunda, motivos por aluno e mapa de atrito de conteúdo.
  • Oracle Machine Learning in-database, monetização por aluno ativo e o mercado de 5,2 milhões de alunos EAD.
Assistir no YouTube
Resultados no piloto de dados

O modelo já roda sobre uma base real. Estes são os números, sem retoque.

Teste temporal: treino de fevereiro a maio de 2026, teste de junho a agosto, com embargo de 21 dias. Base anonimizada de um curso EAD em 5 fases.

0,88
AUC-ROC no teste temporal
Modelo principal (gradient boosting), jun–ago/2026
88%
de precisão no top-20% de risco
Dos alunos priorizados, 88 em 100 ficaram inativos
3,06×
de lift no top-20% vs. a base
Priorizar pela Retena acerta 3× mais do que ao acaso
95%
de inatividade observada na faixa Alto
273 linhas aluno-semana classificadas como Alto (≥ 0,60)
0,93
AUC média no modelo de transição de fases
Leave-one-phase-out, F1→F2 … F4→F5

Taxa observada de inatividade por faixa de risco

Alto
95,2%
Médio
48,7%
Baixo
14,3%

Alto ≥ 0,60 (vale uma ligação do tutor) · Médio 0,30–0,60 (mensagem automática) · Baixo < 0,30. Faixas lidas como prioridade relativa, não como certeza.

O que dizemos com honestidade

  • Amostra de um curso, uma IES. Cerca de 200 alunos; o modelo é re-treinado com os dados de cada instituição antes de entrar em produção.
  • Rótulo comportamental. Medimos silêncio de 21 dias no LMS, não cancelamento de matrícula. É um proxy operacional para priorizar contato.
  • Probabilidade, não certeza. No subconjunto de alunos ainda presentes nos 28 dias anteriores, o AUC cai para 0,74: antecipar é mais difícil do que confirmar.
  • Só logs de navegação. Sem notas nem dados socioeconômicos, o que limita o teto, mas torna a solução portátil para qualquer LMS.

Teste temporal, base anonimizada de 203 alunos e 684.723 eventos (15/01 a 26/08/2026). Números gerados pelo pipeline do MVP; nada ajustado à mão. Métricas preliminares: intervalos de confiança largos por causa do tamanho da amostra.

Por que dentro do Oracle

O modelo mora onde o dado já mora.

A Retena não é uma ferramenta externa que puxa dados da IES. Ela roda como extensão do Oracle Autonomous AI Database que o ERP acadêmico já usa: features, treino, scoring e painel, no mesmo lugar.

  • O dado não sai da instituição

    Treino e scoring acontecem dentro do banco da IES. Nenhum registro de aluno em nuvem de terceiros. Isso elimina a objeção número 1 do jurídico e responde à LGPD por desenho, não por contrato.

  • Sem pipeline externo, sem cientista de dados dedicado

    Nada de exportar, montar servidor de ML e manter ETL. Oracle Machine Learning treina em SQL; APEX entrega o painel em dias; o retreino mensal é um job agendado.

  • Valor em 30 dias

    Um CSV exportado do LMS basta para a primeira fila. O mesmo dialeto SQL leva o projeto do Oracle Database Free em Docker ao Autonomous na OCI sem reescrita.

Caminho: Oracle Database Free (dev, Docker)→Autonomous AI Database Always Free (piloto)→Autonomous Serverless, um schema por IES (produção)
scoring_semanal.sql · roda no domingo, 23hOracle Machine Learning
-- Score e motivo explicável, sem sair do banco
SELECT aluno_id,
       PREDICTION_PROBABILITY(risco_21d, 1 USING *) AS prob_risco,
       PREDICTION_DETAILS(risco_21d, 1 USING *)     AS motivo,
       tutor_sugerido, janela_contato
FROM   ret_features_semana
WHERE  corte = DATE '2026-08-23'
ORDER  BY prob_risco DESC
FETCH FIRST 30 ROWS ONLY;
  • CoraçãoAutonomous AI Database 26aiServerless. Tabelas de eventos e features, jobs semanais, isolamento por schema para cada IES.
  • MLOracle Machine LearningDBMS_DATA_MINING com GLM ou XGBoost; scoring via SQL; retreino mensal com DBMS_SCHEDULER.
  • PainelOracle APEXFila de segunda, mapa de atrito, registro de contato e dashboard executivo de receita em risco, em low-code.
  • Linguagem naturalSelect AI"Quais alunos da F3 pararam no cap 2 este mês?" respondido sobre as views de negócio, em português.
Para quem

Quem assina protege receita. Quem usa ganha uma segunda-feira com critério.

A Retena foi desenhada para duas mesas da mesma instituição: a diretoria que responde pelo resultado e a coordenação que liga para o aluno.

Campus de uma instituição de ensino superior ao fim da tarde
Persona compradoraDiretora de Operações Acadêmicas

Dores

  • Descobre a evasão quando a receita cai; o BI mostra o que já aconteceu.
  • Projetos de TI para "analytics" duram meses e viram custo sem retorno claro.
  • Medo real de vazar dados de alunos e de "mais um fornecedor com acesso".

Ganhos

  • Receita em risco por coorte e receita preservada por reativação, em R$, todo mês.
  • Dado nunca sai do banco Oracle que a IES já opera.
  • Piloto de 90 dias com meta acordada antes de qualquer contrato anual.
KPIs que acompanha: desistência anual, receita em risco (R$), receita preservada (R$), custo de retenção vs. CAC.
Coordenadora de permanência trabalhando no computador, em ambiente acadêmico
Persona usuáriaCoordenadora de Permanência

Dores

  • Tutores agem no escuro sobre 30% de inativos, sem critério de prioridade.
  • Nenhum registro do que funcionou; o aprendizado morre na planilha.
  • Não quer parecer cobrança para o aluno.

Ganhos

  • Toda segunda, fila priorizada com motivo, tutor, mensagem e janela 19h–22h.
  • Zero planilha: registro do contato no próprio painel.
  • Tom de apoio: "vamos retomar o cap 2 juntos", nunca aviso de débito.
KPIs que acompanha: % de alunos em risco reengajados em 30 dias, tempo entre sinal e contato, taxa de resposta por horário.
Tutor conversando com aluno por videochamada, com fones de ouvido

Tutores

Deixam de ligar aleatoriamente. Recebem lista priorizada com motivo, modelo de mensagem e horário sugerido, e registram o resultado em dois cliques.

Alunos

O aluno que trabalha, estuda 19h–22h e travou em um capítulo é chamado antes de desistir, no horário em que estuda, com um caminho concreto para retomar.

Planos

Por aluno ativo. Quanto maior a base, menor o preço unitário.

SaaS B2B cobrado por aluno ativo por mês. Três planos, três faixas de volume e uma porta de entrada: o piloto de 90 dias.

Essencial

Perceber antes

Para a IES que quer sair do escuro: score, motivo e a fila de segunda.

−25% sobre a tabela Pro

Mínimo mensal R$ 5 mil · setup a partir de R$ 10 mil

  • Score de risco semanal in-database
  • Motivo explicável por aluno
  • Fila de segunda com tutor e registro de contato
  • Ingestão por CSV do LMS
Falar sobre o Essencial
Enterprise

Escalar para o grupo

Para grupos e mantenedoras com vários campi, integrações e SLA.

+30% sobre a tabela Pro

Volume acima de 50 mil alunos · proposta sob medida

  • Tudo do Pro
  • Multi-campus e multi-LMS
  • API e integração com CRM/ERP
  • SLA e retreino dedicado por curso
Falar com a equipe

Tabela de referência (plano Pro) por faixa de volume

Alunos ativos na IESPreço por aluno ativo/mês
1 mil a 10 milR$ 6,00
10 mil a 50 milR$ 4,00
Acima de 50 mil (grupos, fase 2)R$ 3,00

Mínimo mensal de R$ 5 mil. Setup e integração com o LMS cobrados uma vez: R$ 10 mil a R$ 25 mil, conforme LMS e número de cursos. Essencial −25% e Enterprise +30% sobre esta tabela.

Porta de entrada: piloto de 90 dias

R$ 5 mil pelo piloto inteiro
  • Uma fase de um curso EAD, dados via CSV
  • Meta de rematrícula ou reativação acordada no início
  • Atingiu a meta? Converte em contrato anual. Não atingiu? Encerra sem custo adicional.
Ver a linha do tempo

Conta de referência (estimativa): uma IES com 12 mil alunos EAD paga R$ 48 mil/mês (R$ 576 mil/ano). Com ticket médio de R$ 350/mês, cada aluno retido por um ano preserva R$ 4.200. O contrato se paga retendo cerca de 137 alunos/ano: 1,1% da base, ou 2,8% das desistências esperadas a uma taxa de 41%.Ticket médio e CAC (> R$ 1.000) são estimativas do brief; a conta usa os dados informados pela própria IES no painel.

Calculadora de retorno

Quanto a evasão custa hoje, e quanto custa a Retena.

Três parâmetros da sua instituição e a tabela do plano Pro publicada acima. Nenhuma premissa escondida: os valores recalculam enquanto você ajusta.

Parâmetros da instituição

Comece pelos valores de referência e ajuste para a sua base.

1 mil100 mil
R$ 100R$ 2.000
5%70% · média do EAD em 2024: 41,6%
Como calculamos
  • Receita perdida = alunos × desistência × ticket × 12 meses
  • Custo da Retena = alunos × preço da faixa × 12, mínimo de R$ 5 mil/mês
  • Alunos a reter = custo ÷ (ticket × 12); 1 p.p. = 1% da base × ticket × 12
Receita anual perdida com a evasão
R$ 20,97 mi
4.992 alunos desistindo por ano × R$ 350 × 12 meses
Custo anual da Retena
R$ 576.000
R$ 48.000/mês · faixa de R$ 4 por aluno ativo
Alunos a reter para pagar a Retena
137 alunos
1,1% da base · cada aluno retido por 12 meses vale R$ 4.200
1 ponto percentual de desistência evitado vale
R$ 504.000
120 alunos a mais continuando o ano
Cenário conservador: evitar 2 p.p. de desistência
R$ 1,01 mi
de receita preservada no ano
Retorno sobre o custo
1,75×

Setup de R$ 10–25 mil à parte; valores de referência do plano Pro (R$ 6, R$ 4 ou R$ 3 por aluno ativo/mês conforme a faixa, mínimo de R$ 5 mil/mês).

Estimativas com os parâmetros informados; no piloto de 90 dias a meta de rematrícula é medida na base real da instituição.

Validar esta conta no piloto
Piloto de 90 dias

Do CSV à prova de ROI em um trimestre.

Uma fase, um curso, uma meta acordada. Sem projeto de TI: a integração começa com a exportação padrão que o LMS já faz.

  1. Semana 1

    Integração por CSV

    Exportação dos logs do LMS, carga no Autonomous AI Database, pseudonimização e construção das features da fase escolhida.

    Base histórica carregada
  2. Dia 30

    Primeira fila de segunda

    Modelo treinado com o histórico da IES; coordenação recebe a primeira fila com motivos, tutores e janelas de contato. Início dos contatos.

    Valor visível
  3. Dia 60

    Reativações registradas

    Resultados dos contatos registrados no painel; reativação marcada automaticamente quando o LMS volta a registrar acesso. Mapa de atrito entregue à coordenação pedagógica.

    Primeiros alunos de volta
  4. Dia 90

    ROI em rematrícula

    Relatório executivo: alunos reativados, taxa de resposta por horário e receita preservada em R$ frente à meta acordada. Decisão de conversão em contrato anual.

    Meta medida, não prometida

Meta de referência do piloto: reengajar 30% dos alunos em risco alto da fase-piloto em 30 dias. Na base analisada, isso significaria cerca de 18 alunos entre os 61 inativos há mais de 14 dias (estimativa).

Perguntas frequentes

O que a diretoria e o jurídico costumam perguntar.

Respostas curtas para as objeções que ouvimos com mais frequência. Ficou algo de fora? Fale com a equipe.

Falar com a equipe
Como fica a LGPD? Os dados dos alunos saem da instituição?

Não. Os logs do LMS são carregados no Oracle Autonomous AI Database da própria IES (ou em um schema isolado provisionado para ela), e é ali que o modelo treina e pontua. Nenhum dado de aluno trafega para servidores da Retena ou de terceiros.

Fora do painel, alunos aparecem pseudonimizados ("Aluno 0227"). A base legal é a execução do contrato educacional; o contato do tutor é registrado e o aluno pode optar por não ser contatado.

Funciona com Moodle, Canvas, Blackboard ou plataforma própria?

Sim. A entrada é o log de eventos (hora, aluno, contexto, componente, nome do evento), que todo LMS registra. A ingestão por CSV, no formato padrão de exportação do Moodle, é o caminho validado na base real e o que usamos no piloto. Canvas, Blackboard e plataformas próprias entram por CSV equivalente ou API na fase de integração, com o setup cobrindo o mapeamento dos campos.

Precisamos ter cientista de dados na equipe?

Não. O treino e o scoring rodam com Oracle Machine Learning dentro do banco, em SQL, e o retreino mensal é um job agendado. A equipe da Retena configura o modelo por instituição; a coordenação só precisa abrir o painel APEX na segunda-feira e registrar o resultado dos contatos.

Funciona para cursos presenciais ou híbridos?

O foco da Retena é EAD, onde o LMS concentra praticamente todo o comportamento do aluno e o silêncio é o principal sinal. Em cursos híbridos, o modelo funciona para a parcela online da jornada e pode ser combinado com presença registrada. Para o presencial puro, os sinais do LMS são mais fracos e a Retena não é a melhor ferramenta.

Quanto tempo até ver valor?

Primeira fila de segunda em até 30 dias após o CSV chegar; primeiras reativações registradas por volta do dia 60; relatório de ROI em rematrícula no dia 90, comparado com a meta acordada no início do piloto. O que acontece com o modelo depois disso: cada intervenção registrada realimenta o retreino mensal, e o score da próxima segunda já incorpora o que funcionou naquela IES.

Agendar piloto

Comece por uma fase. Meça em 90 dias.

Conte um pouco sobre a instituição e retornamos com uma proposta de piloto: fase, meta acordada e cronograma.

Formandos comemorando na cerimônia de formatura
Perceber antes é o que separa uma matrícula perdida de um diploma.

Agendar conversa sobre o piloto

Formulário demonstrativo: nenhum dado é enviado.

Formulário demonstrativo — projeto acadêmico. Nenhum dado foi enviado.

Projeto acadêmico FIAP Startup One · Enterprise Challenge Oracle 2026